O Lado Oculto é uma publicação livre e independente. As opiniões manifestadas pelos colaboradores não vinculam os membros do Colectivo Redactorial, entidade que define a linha informativa.

DESIGUALDADE RACIAL MINA AS SOCIEDADES

Um estudo publicado recentemente nos Estados Unidos revela que as desigualdades raciais são factores que inibem o desenvolvimento das sociedades e impedem a economia de crescer de acordo com o seu potencial real. No entanto, as tendências agravam-se.

ITÁLIA DE RASTOS PERANTE WASHINGTON

O primeiro ministro de Itália definiu a “aliança privilegiada” com os Estados Unidos como o pilar da política externa do país e o garante da sua “soberania democrática”.

JOHNSON, TRUMP E O SALTO NO DESCONHECIDO

Com a designação de Boris Johnson como primeiro-ministro britânico, a vertente anglo-saxónica que gere imperialmente o neoliberalismo globalista fica nas mãos de populistas nacionalistas com vocações racistas e fascistas. É uma alteração qualitativa que deve ser lida em bloco tanto mais que, se o Brexit se consumar, o Reino Unido ficará ainda muito mais interdependente de Washington. Pelas suas características histeriónicas, Boris Johnson vem acrescentar um nível mais elevado de imprevisibilidade a uma situação onde avulta um Trump dramaticamente imprevisível. Estará o mundo, sob o império, à beira de um salto no desconhecido?

NATO GLORIFICA NAZIS DO BÁLTICO

Os Irmãos da Floresta foram um grupo armado da Estónia, Letónia e Lituânia formado por combatentes originalmente das Waffen SS hitlerianas que tentaram conter o avanço libertador soviético na fase derradeira da Segunda Guerra Mundial. Posteriormente actuaram como grupos de guerrilha anti-soviética sustentados pelos serviços secretos de grandes potências ocidentais. Hoje, no âmbito da guerra psicológica contra a “ameaça russa”, os Irmãos da Floresta são glorificados como heróis num documentário hollywoodesco da NATO no qual, porém, não couberam as suas origens e filiação nazis.

O RACISMO E OS PROGRAMAS ELEITORAIS

Uma leitura interpretada de programas eleitorais. Uma opinião para um debate de problemas enraizados nas nossas sociedades, como o racismo.

ISRAEL ARRASA CASAS PALESTINIANAS EM JERUSALÉM

As forças israelitas de ocupação iniciaram na segunda-feira, 22 de Julho, uma nova fase de destruição de casas de habitação palestinianas em Jerusalém Leste e de expulsão dos respectivos moradores. A anexação avança, a limpeza étnica continua. Desconhece-se qualquer tomada de posição efectiva da ONU e do respectivo secretário-geral contra esta violação do direito internacional, num quadro de constante desrespeito pelos direitos reconhecidos dos palestinianos.

RACISMO ISRAELITA TEM A GARANTIA DO ADN

Tribunais religiosos de Israel exigem que cidadãos imigrantes sejam sujeitos a testes de ADN para poderem atestar a pureza da sua condição de judeus. Assim funciona o apartheid sionista.

ISRAEL DISPÕE DE 100 BOMBAS NUCLEARES

O Estado de Israel dispõe de quase 100 bombas nucleares, confirma o Instituto sueco SIPRI. No entanto, o governo de Telavive recusa-se a admitir essa realidade, praticando a chamada “ambiguidade nuclear”. Nem a ONU nem a AIEA querem tomar conhecimento do facto, enquanto contribuem para políticas punitivas contra Iraque, Síria e Irão por programas de extermínio massivo que, comprovadamente, não existem.

O CENSO VICIADO EM PORTUGAL

O censo de 2021 em Portugal pode estar viciado à partida porque, contrariando um Grupo de Trabalho formado para o efeito, não tenciona apurar dados étnico-raciais

LUZ VERDE DE WASHINGTON À ANEXAÇÃO DA CISJORDÂNIA

Através do seu embaixador em Israel, os Estados Unidos deram luz verde à anexação da Cisjordânia. Foi numa entrevista, mas um embaixador não fala a título pessoal.

UNIÃO EUROPEIA LEVADA AO TRIBUNAL DE HAIA

Um processo apresentado no Tribunal Penal Internacional (TPI) de Haia acusa a União Europeia da morte de pelo menos 14 mil refugiados e de ser responsável por 40 mil vítimas de "crimes contra a humanidade".

QUOTAS E MERITOCRACIA

Nas eleições para o Parlamento, 45% dos eleitos em Portugal são mulheres. Tal avanço deve-se à Lei das Quotas, pelo que a universalização da representatividade política exige acção, não passividade e uma "meritocracia" distorcida.

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