O LADO OCULTO - Jornal Digital de Informação Internacional | Director: José Goulão

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A SITUAÇÃO AMEAÇA O SISTEMA ECONÓMICO DOMINANTE?

As previsões sobre o fim das consequências da pandemia de COVID-19 são cada vez mais imprecisas e complexas e começa a ganhar forma uma certeza construída de incertezas: o mundo não será o mesmo que antes da emergência do vírus. Daí que comecem a surgir reflexões sustentadas – não exercícios de futurologia – sobre o que poderá acontecer daqui para a frente em domínios como o económico, o social, o mundo do trabalho. O Lado Oculto é um espaço de informação e também de debate aberto. Daí que esteja disponível para dar a conhecer alguns desses trabalhos que possam suscitar polémica, reflexão, concordância e discordância num tempo de incertezas.

A PANDEMIA E O PANDEMÓNIO NO MUNDO CAPITALISTA

A crise mundial que tem por mote o novo coronavírus arrasta-se já há três meses, na sua fase conhecida, desde que o SARS-CoV-2 foi identificado em Wuhan. A doença a que aquele vírus dá origem, a COVID-19, já fez correr “rios de tinta” (ou, melhor dizendo, “de bites”, já que a informação, a análise e a crítica a respeito do tema são produzidas e difundidas em suportes virtuais, no mundo telemático que é, de momento, o único espaço seguro de circulação social (não é, na verdade, o único nem é, também, assim tão seguro como também se sabe).

NATO AMEAÇA VENEZUELA A PRETEXTO DO CORONAVÍRUS

A NATO decidiu assumir o “combate à crise do coronavírus”. Por exemplo, enviando bombardeiros com capacidade nuclear para sobrevoar o Ártico até aos limites do território russo; e colocando navios de guerra nas costas da Venezuela, com poder de assalto, porque o presidente Maduro “usa a crise do coronavírus” como pretexto para “aumentar o narcotráfico”. O atlantismo move-se, como é evidente, por razões “humanitárias”.

UE RELANÇA GUERRA CONTRA OS REFUGIADOS

A União Europeia, que continua a ser incapaz de estabelecer uma política humanitária comum para combater a pandemia de COVID-19, chegou a um acordo quanto ao envio de uma força naval de guerra para as águas da Líbia, alegadamente para reforçar o embargo da ONU ao tráfico de armas para as forças envolvidas na guerra em curso no país. A história, porém, não se cinge à versão oficial: trata-se de combater os refugiados.

PANDEMIA E SOCIEDADE – NEGACIONISMO É GENOCÍDIO

Acompanhar o desenvolvimento da pandemia provocada pelo SARS-CoV-2 obriga a um esforço de constante actualização dos dados. O caminho da pandemia, dos seus efeitos, é previsível. Todavia, por cautela imposta em razão da objectividade, vamos aferindo os dados que, infelizmente, confirmam as piores previsões.

FORÇAS DO PENTÁGONO AMEAÇAM A VENEZUELA

Os Estados Unidos enviaram forças de guerra para as imediações da Venezuela no âmbito de uma série de acções políticas, conspirativas e terroristas para forçar a mudança de governo no país numa altura em que povo venezuelano se debate contra a epidemia de coronavírus. Um combate travado em situações tornadas ainda muito mais difíceis devido às carências sanitárias impostas pelas sanções dos Estados Unidos e da União Europeia. Portugal surge envolvido em aspectos desta operação conduzida pela administração Trump que viola o direito internacional e contraria a Carta das Nações Unidas.

GENOCÍDIO, A ORDEM NATURAL DAS COISAS

A “repugnância” do primeiro-ministro da República Portuguesa com o comportamento do ministro das Finanças da Holanda é legítima, saudável, até catártica. Ao mesmo tempo, porém, é estranha e surpreendente. Porque o chefe do governo português não pode ignorar que a atitude de Woepke Hoekstra não é um caso isolado, uma birra pessoal: reflecte exactamente o espírito e a prática da União Europeia, dos quais Portugal vai tendo a sua dose de experiência própria. E quando António Costa afirma dramaticamente que “ou a União Europeia faz o que tem a fazer ou acabará” isso não passa de um banal e inócuo sound bite: sabe perfeitamente que a União Europeia não fará o que, no seu entender de ocasião, “tem a fazer” – salvar pessoas da tragédia do COVID-19 – e muito menos irá acabar por causa disso.

PANDEMIA E SOCIEDADE – ESTATÍSTICAS E POLÍTICA

O SARS-CoV-2, vírus que causa a pandemia por COVID-19 (a doença que provoca em cada infectado), tem estado no centro das atenções a nível global. Tema que abarca múltiplas esferas (médica, de saúde pública, económica, cultural, geopolítica), é objecto de escrutínio permanente, contabilizando-se casos, desfechos fatais e também recuperações, números lidos através de modelos de análise estatística em que se projectam em modo prospectivo o impacto provável em cada local, através do conhecimento que se vai tendo dos casos alheios.

ORBAN CONCENTRA PODERES NA HUNGRIA

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, vai governar por decreto no âmbito de um estado de emergência declarado alegadamente contra o coronavírus e estabelecido por tempo indeterminado.

NATO TREINA GUERRA NUCLEAR NA EUROPA

Bombardeiros “furtivos” B-2 norte-americanos com capacidades nucleares colocados na base portuguesa das Lajes têm vindo a fazer voos de preparação no Atlântico Norte escoltados por moderníssimos caças F-35 de outros países da NATO, designadamente noruegueses. As operações decorrem no âmbito dos jogos de guerra Defender Europe 20 que os Estados Unidos decidiram manter na Europa apesar de o continente estar mergulhado na tragédia do novo coronavírus. Sendo o comandante supremo aliado na Europa, general Tod Wolters, um defensor do uso de armas nucleares num primeiro ataque – como explicou no Senado de Washington - estes movimentos são suficientes para obrigar os generais russos a colocar também o dedo no gatilho nuclear. O que se trama na Europa enquanto os povos europeus sofrem?

PARADOXOS DA PANDEMIA: INTERNET E TRABALHO À DISTÂNCIA

Um paradoxo se impõe nas nossas vidas por força do novo coronavírus (o SARS-CoV-2) e da doença que alastra (COVID-19): precisamos de estar isolados e, simultaneamente, mais unidos. Para contornar este paradoxo surgiu uma primeira resposta de base tecnológica - o teletrabalho - onde os recursos cibernéticos são assumidos como instrumento essencial em muitas actividades (nas áreas administrativas, educativas, de gestão e comunicação, entre outras).

WASHINGTON PRESSIONA A REJEIÇÃO DE AUXÍLIO CUBANO

Os Estados Unidos estão a pressionar com veemência os governos de numerosos países para que não aceitem as missões cubanas de assistência médica em plena pandemia de COVID-19.

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