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A União Europeia vai pagar pelo menos 100 milhões de euros a uma empresa de mercenários pela segurança das suas instalações em Cabul, Afeganistão, um país ocupado pela NATO. Os principais grupos mundiais ditos de "segurança privada", instrumentos cada vez mais influentes no processo de privatização da guerra, candidatam-se ao bolo. Mais uma dupla tributação para os contribuintes europeus: além de financiarem a NATO são obrigados a pagar pelo que a NATO deve fazer e não faz.
A Rússia já respondeu ao derrube de um avião de observação em missão sobre território sírio resultante de um ataque aéreo israelita; e a forma como o fez altera profundamente os dados da agressão internacional contra a Síria. O reforço da defesa antiaérea síria, através da entrega de sistemas S-300, e sobretudo a instalação de instrumentos avançados de detecção e interferência electrónica equivalem à criação de uma zona de exclusão aérea sobre o país. A partir de agora, Estados Unidos, França, Reino Unido e Israel terão de medir melhor as consequências antes de se aventurarem nas conhecidas "acções punitivas".
O reforço da Informação Independente como antídoto para a propaganda global.
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