O LADO OCULTO - Jornal Digital de Informação Internacional | Director: José Goulão

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FEBRE DAS ARMAS NUCLEARES AMEAÇA O ESPAÇO

As notáveis acrobacias de um soldado voador durante o desfile militar do 14 de Julho de 2019 em Paris esconde a criação de um comando militar no Espaço. Depois da Rússia, da China e dos Estados Unidos, a França é a quarta potência militar a investir numa área que, em princípio, deveria estar livre de armas nucleares. Mas não por muito tempo.

WASHINGTON ENTERRA TRATADO DE DESARMAMENTO

No próximo dia 2 de Agosto os Estados Unidos vão formalizar a sua retirada do Tratado INF, que proíbe a instalação de mísseis nucleares de médio alcance, entre 500 e 5500 quilómetros. Trata-se de um pró-forma, uma vez que o Pentágono decidiu há pelo menos um ano e meio violar esse tratado e torná-lo inútil.

MÍSSEIS RUSSOS NA TURQUIA ABALAM XADREZ ESTRATÉGICO

Em 12 de Julho a Rússia entregou à Turquia o primeiro carregamento de mísseis antiaéreos S-400, de acordo com o Ministério da Defesa de Ancara. Estão previstas mais duas entregas até final do Verão, sendo a última, segundo a mesma fonte, de “mais 120 mísseis antiaéreos de vários tipos” e que viajarão por via marítima. A concretização do negócio entre Moscovo e o país que possui as maiores forças convencionais da NATO, a seguir aos Estados Unidos, tem um potencial desestabilizador para as relações de forças existentes entre as grandes potências mundiais.

INDO-PACÍFICO: A FORÇA BRUTA CONTRA O DESENVOLVIMENTO

A Administração Trump tem vindo a agitar obsessivamente o conceito de “Indo-Pacífico livre e aberto”. Além de um pequeno grupo de académicos, muito poucas pessoas em todo o mundo, especialmente no Hemisfério Sul, sabem o que significa esta incipiente estratégia desde que foi divulgada pela primeira vez no fórum da APEC (Cooperação Económica Ásia-Pacífico) de 2017, no Vietname. Trata-se, no fundo, de uma resposta através da ameaça militar contra os esforços da China e da Rússia pelo desenvolvimento e a integração regional.

A NATO É QUEM MAIS ORDENA

"Relações excelentes", diz o primeiro-ministro italiano a Putin. Com excepção do que Washington e a NATO decidem - isto é, quase tudo

WASHINGTON FAZ GUERRA À SÍRIA “PARA DEFENDER ISRAEL”

Três quartos dos membros do Congresso dos Estados Unidos e dos dois partidos escreveram uma carta ao presidente revelando o que toda a gente calcula mas Washington não ousa admitir: que mantém as tropas na Síria e o projecto de desmantelamento deste país para favorecer os interesses de Israel. Elaborada com o intuito de fornecer ao presidente elementos para fazer avançar uma estratégia clara para a Síria, dir-se-á que a carta foi escrita por dirigentes e lobistas de Israel e apenas assinada e enviada pelos congressistas. De acordo com o conteúdo da missiva, a segurança de Israel parece sobrepor-se aos interesses nacionais dos Estados Unidos.

URSULA VON DER LEYEN: ODEIA A RÚSSIA, ADORA A NATO, AMA WASHINGTON

Não se candidatou a qualquer cargo, deu provas de incompetência e pouca transparência à cabeça do Ministério alemão da Defesa, tornara-se um embaraço para os círculos governantes alemães - e surge agora, pela calada da noite, como presidente da Comissão Europeia. Ursula Gertrud von der Layen vai substituir Jean-Claude Juncker; incompetente sucede a incompetente. A von der Leyen, porém, reconhecem-se as características essenciais para chegar ao topo da burocracia da União Europeia: odeia a Rússia, adora a NATO, ama Washington.

RÚSSIA, CHINA E ÍNDIA (RIC): O PESADELO DE TRUMP

Passou quase despercebida, mas a cimeira informal realizada em Osaca entre os presidentes da China, da Índia e da Rússia permitiu um acerto de posições e perspectivou a consolidação a curto prazo de trabalho conjunto que já vem de trás. Exigência para reforço da Organização Mundial de Comércio, modalidades de pagamentos internacionais, incluindo militares, feitas de maneira a contornar o dólar e outras acções internacionais conjugadas são razões de pesadelo para Trump. O RIC tem uma zona de influência que envolve praticamente metade da população mundial e abana o globalismo unilateralista.

EUROPA SUBMETE-SE AO GÁS MAIS CARO “MADE IN USA”

Uma das batalhas energéticas mais importantes para o futuro está a ser travada no campo do gás natural liquefeito (GNL). Considerado como uma das principais soluções para problemas do meio ambiente, o GNL poderá resolver os problemas energéticos de um país ao mesmo tempo que neutraliza preocupações ambientais provocadas por outras fontes de energia. Enquanto isso, um pouco à maneira do dólar norte-americano, o GNL está a transformar-se numa ferramenta que Washington pretende utilizar contra Moscovo à custa dos aliados europeus dos Estados Unidos.

A ARMA DAS SANÇÕES: GUERRA, TORTURA, MORTE LENTA

Depois de se ter retirado unilateralmente do acordo nuclear com o Irão no ano passado, a Casa Branca anunciou em Abril que o seu objectivo é “levar as exportações iranianas a zero”. Para tentar que isso aconteça, Washington deixou de permitir que países como a Índia, a China, o Japão, a Turquia e a Coreia do Sul importem petróleo iraniano: os Estados Unidos ditam a países soberanos com quem podem negociar.

A EUROPA TORNA-SE REFÉM NUCLEAR DE WASHINGTON

A nova doutrina militar dos Estados Unidos torna a Europa definitivamente refém da política nuclear de Washington, que agora encara a utilização de bombas desse tipo em guerras convencionais

O MUNDO EM REALIDADE PARALELA

A elite governante mundial, em aliança com o aparelho comunicacional global que trata da sua propaganda, querem forçar-nos a viver numa realidade paralela, aquela em que a versão ficcional e oficial dos factos se transforma em verdade única, indiscutível, sendo a discordância anatemizada como fake news.

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