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Guardas embuçados do grupo transnacional de segurança G4S podem ser vistos de novo desempenhando funções junto à entrada do Parlamento Europeu em Bruxelas cerca de dez anos depois de a empresa ter sido afastada devido ao seu longo historial de violações de direitos humanos, incluindo tortura. A G4S presta igualmente serviços à Comissão Europeia tanto na capital belga como em representações através do mundo.
A União Europeia vai pagar pelo menos 100 milhões de euros a uma empresa de mercenários pela segurança das suas instalações em Cabul, Afeganistão, um país ocupado pela NATO. Os principais grupos mundiais ditos de "segurança privada", instrumentos cada vez mais influentes no processo de privatização da guerra, candidatam-se ao bolo. Mais uma dupla tributação para os contribuintes europeus: além de financiarem a NATO são obrigados a pagar pelo que a NATO deve fazer e não faz.
O reforço da Informação Independente como antídoto para a propaganda global.
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