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DE BRAÇOS BEM FECHADOS

Os pouco mais de cem refugiados que penavam à deriva no Mediterrâneo a bordo do barco “Open Arms” desembarcaram, finalmente, em Lampedusa, Itália. Cem refugiados, cem vidas salvas à condição, mas uma parcela ínfima de um drama que persiste mesmo quando a comunicação social domesticada não dá por ele. A embarcação, porém, foi apresada: parece que salvar vidas é crime.

ESTÃO ABERTAS AS HOSTILIDADES EM BRUXELAS

Os votos das eleições europeias ainda mal foram contados mas em Bruxelas e outras capitais, como Paris e Berlim, já estão abertas as hostilidades para o grande leilão dos cargos superiores da União Europeia a renovar no próximo Outono, entre eles o de presidente da Comissão. O famoso “eixo franco-germânico” quebrou-se: Merkel e Macron, à partida, apoiam candidatos diferentes para suceder a Jean-Claude Juncker.

RAPINA COLONIAL: DA PESCA DO SAARA AO OURO DA VENEZUELA

A mentalidade colonial continua bem viva na Europa e nas Américas, e os velhos pretextos de proselitismo religioso transformaram-se em dogmas democráticos. E assim a União Europeia se apropria indevidamente de riquezas que não lhe pertencem não hesitando recorrer a regimes de ocupação, como são os de Marrocos e de Israel, e a mentalidades de dominação, como a norte-americana em relação à Venezuela e à América Latina em geral. Em poucos dias a União Europeia associou-se a processos de rapina das riquezas pesqueiras do território ocupado do Saara Ocidental e aos bens petrolíferos e em ouro do povo da Venezuela. Por alguma razão os regimes terroristas de Marrocos e de Israel e as práticas fascistas de Juan Guaidó são "democracias" preferidas de Bruxelas e de Lisboa, não apenas por arrastamento.

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