O LADO OCULTO - Jornal Digital de Informação Internacional | Director: José Goulão

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HIROXIMA E NAKASAKI: OS SOCIOPATAS CONTINUAM NO COMANDO

Hiroxima e Nagasaki foram actos de assassínio em massa premeditados e que inauguraram a utilização de uma arma intrinsecamente criminosa. Foram justificados por mentiras que constituem o fundamento da propaganda de guerra dos Estados Unidos no século XXI, lançando um novo inimigo e alvo – a China.

ASSANGE CORRE RISCO DE CONTAMINAÇÃO

A juíza que está a julgar Julian Assange em Londres recusou o seu pedido de libertação sob fiança, apresentado como uma tentativa para garantir mais protecção perante a pandemia de COVID-19.

O MARTÍRIO DE ASSANGE OU A TIRANIA COMO LEI

No mundo em que vivemos os criminosos de guerra têm a certeza da sua impunidade e o jornalismo de investigação está em vias de ser considerado um crime de espionagem – esta é uma das leituras que o Relator Especial das Nações Unidas sobre a Tortura, o suíço Nils Melzer, faz do processo contra o fundador e director do WikiLeaks, Julian Assange, conduzido pelos Estados Unidos com a cumplicidade de vários governos, entre eles Reino Unido, Suécia e Equador. Desde a falsificação, pela polícia sueca, de um processo “por violação” à tortura a que tem vindo a ser submetido em Londres, passando pelo julgamento secreto já em marcha nos Estados Unidos perante um júri da CIA, Melzer desmonta os contornos tirânicos e criminosos da perseguição a Assange. “Dizer a verdade está a tornar-se um crime”, adverte o relator da ONU. Nos dias em que a viciada justiça britânica aprecia o pedido de extradição de Assange apresentado pelos Estados Unidos, o Lado Oculto dá voz à esclarecedora entrevista de Nils Melzer ao website Republik, uma publicação de língua alemã. É a nossa manifestação de solidariedade com Julian Assange, em defesa da liberdade de informar e ser informado e dos direitos humanos.

GUERRA DO AFEGANISTÃO: A VERDADE DAS MENTIRAS

Há poucos dias vieram a lume os chamados “Afghanistan Papers”, documentos resultantes de investigações internas conduzidas pelo governo dos Estados Unidos e que provam como sucessivas administrações de Washington – de ambos os partidos/Estado – mentiram e mentem aos cidadãos dos Estados Unidos e dos países membros da NATO ao longo dos já 18 anos de uma guerra que, desde o início, sabem não conseguir ganhar. Tal como aconteceu no Vietname, no Iraque, na Líbia, na Síria. Milhões de seres humanos com as suas vidas destruídas depois, os crimes continuam impunes e novas guerras se perfilam. Chama-se isto “defender o nosso civilizado modo de vida” e “implantar a democracia”.

ESCÂNDALO: FALSIFICADOS OS RELATÓRIOS DE ATAQUES QUÍMICOS

Documentação fidedigna entregue ao website WikiLeaks por um membro da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ, OPCW em inglês) confirma que esta entidade falsificou relatórios sobre supostos ataques químicos na Síria de maneira a responsabilizar o governo de Damasco pelo crime. Um desses acontecimentos falsificados esteve na origem no ataque com mísseis de cruzeiro contra território sírio realizado por Estados Unidos, França e Reino Unido em 14 de Abril de 2018.

"A ELIMINAÇÃO DO CALIFA": TRUMP GOSTOU DO FILME

É um produto bem definido. Para encerrar uma vasta operação especial, na qual se recorreu a uma arma inconfessável, convém encenar a morte daquele que a incarnou. É a melhor maneira de apagar os seus rastos perante a opinião pública. Após a morte de Bin Laden, eis a morte de al-Baghdadi.

RELATÓRIO DA ONU: ASSANGE É VÍTIMA DE “TORTURA PSICOLÓGICA”

O relator especial da ONU sobre a tortura, Nils Melzer, condenou os Estados Unidos, o Reino Unido, a Suécia e o Equador por exporem “deliberadamente” Julian Assange, fundador do WikiLeaks, a “anos de tratamento ou punição cruel, desumano ou degradante”, um processo que apenas pode qualificar-se como “tortura psicológica”.

ASSANGE FOI TROCADO POR EMPRÉSTIMOS DO FMI

A entrega de Assange ficou decidida há dois anos, quando o presidente do Equador, Lenin Moreno, o trocou por 10 mil milhões de dólares de um empréstimo do FMI.

PRISÃO DE ASSANGE, UM SINAL DOS TEMPOS

A prisão de Julian Assange é a imagem de marca de um sistema que considera o jornalismo de investigação como o maior inimigo da ordem pública.

O MARTÍRIO DE JULIAN ASSANGE NAS MÃOS DO BIG BROTHER

Sobre Julian Assange continua a pender a sede de vingança norte-americana, sob capa de "justiça". E até os jornalistas mainstream ignoram quem tanto dignifica a profissão, por procurar e difundir a verdade escondida

O SEMPRE NEGADO REGRESSO A DIEGO GARCIA

O Reino Unido confiscou-lhes a pátria, alugou-a a Washington para criar a base de Diego Garcia e nega-lhes o regresso, contra o parecer da justiça internacional. Os expulsos do Arquipélago de Chagos apenas querem voltar à terra natal

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