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CRIADOS ESQUADRÕES DA MORTE NA VENEZUELA

A estratégia para destruir o legítimo Estado constitucional venezuelano é constituída por múltiplas variáveis e diversos cenários. Entre eles, como agora ficou a saber-se, o recurso aos sangrentos esquadrões da morte, bandos de assassinos sustentados pelos interesses coloniais na América Latina. Foram criados na Venezuela pelo homem de Trump, Elliot Abrams, que há 30 anos os forjara na Nicarágua.

AMNISTIA INTERNACIONAL AFINADA COM O IMPÉRIO

A Amnistia internacional é juiz na Venezuela ouvindo apenas o lado da extrema-direita. Problema: o seu conceito de "direitos humanos" coincide com o dos agressores norte-americanos

O COLAPSO DA SOBERANIA E DA VERGONHA NO BRASIL

A entrega das políticas externa e de defesa nacional brasileiras aos Estados Unidos é prova do colapso de soberania e da vergonha do país, transformado em colónia.

WASHINGTON MONTA GUERRA COLONIAL NA AMÉRICA LATINA

Movimentações militares, uma reunião de conspiração para agredir a Venezuela, novas sanções contra a Nicarágua e contra Cuba. Nos últimos dias, a ofensiva colonial norte-americana contra a América Latina acelerou-se perante a sucessão de fracassos nas tentativas para derrubar Maduro e impor Guaidó. Um após outro, vão regressando ao activo, pela mão dos fascistas Bolton, Pompeo e Pence da administração Trump, os estrategos terroristas responsáveis por algumas das mais cruéis fases imperialistas no "quintal das traseiras". Uma ofensiva que dinamita as próprias fronteiras regionais, como a União Europeia começa a perceber.

INVASÃO DA VENEZUELA DEBATIDA EM WASHINGTON

No dia 10 de Abril realizou-se em Washington uma reunião para "avaliar a utilização da força militar na Venezuela". Apesar de "privada" e organizada por um "think tank", o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, a reunião conspirativa teve a participação de membros do Departamento de Estado e do Conselho de Segurança Nacional, pertencentes pois à Administração Trump. A lista de participantes, que publicamos no final do artigo, incluiu o almirante Kurt Tidd, que é há muito uma figura de topo nas actividades contra a soberania da Venezuela como comandante do Comando Sul das Forças Navais dos Estados Unidos - cargo que deixou recentemente.

AGRESSÃO À VENEZUELA: UM ROTEIRO COM TRÊS ANOS

O almirante Kurt W. Tidd, chefe do Comando Sul dos Estados Unidos, recomendou há três anos o seguinte para a Venezuela: "é preciso explorar ao máximo do ponto de vista político, reforçando a matriz mediática, a escassez de água, alimentos, medicamentos e de electricidade”, “ligando a crise à responsabilidade exclusiva de Maduro”; e “pedindo à comunidade internacional uma intervenção humanitária para manter a paz e salvar vidas”. Qualquer semelhança com a realidade não é pura coincidência.

CONFIRMADO: ESTADOS UNIDOS CERCAM MILITARMENTE A VENEZUELA

As mais recentes movimentações de tropas e outros meios militares norte-americanos com o objectivo de apertar o cerco à Venezuela reforçam os indícios de que as manobras em torno da "ajuda humanitária" anunciadas para sábado pelo "presidente interino" da Venezuela, Juan Guaidó, têm como objectivo desencadear uma operação militar. A componente militar sob comando norte-americano parece estar pronta a tirar proveito da provocação que está a ser tentada para esse dia nas zonas fronteiriças entre a Venezuela e a Colômbia. Um dos roteiros possíveis da operação está disponível.

BASES PLANETÁRIAS DOS EUA: O IMPÉRIO DO TERROR

São cerca de 800 em mais de metade dos países do mundo; algumas não saem do secretismo da clandestinidade permitida por governos corruptos ou corrompidos. É a geografia do terror através da qual o império norte-americano pretende demonstrar a sua força impondo o medo e a subjugação. Nessas bases não vigoram o direito internacional ou a lei, a não ser a da força e do poder arbitrário. Ou da arrogância imperial imposta a um Estado que permanece soberano, como em Guantánamo, em Cuba. As bases militares norte-americanas pretendem afirmar um domínio que tem como reverso o desespero de um globalismo decadente. Por isso, tendencialmente sem limites nem razão humana.

O TERROR AMADURECE NA AMÉRICA LATINA

O terror paira sobre a América Latina no arranque de 2019, precisamente quando se assinalam os 60 anos da Revolução Cubana. Numa base norte-americana na Colômbia, um grupo de mercenários treina a montagem de uma provocação que poderá desembocar numa agressão contra a Venezuela cujo apoio de eminências fascistas como Jair Bolsonaro e Iván Duque, presidente da Colômbia, estaria já assegurado pelo SouthCom, o Comando Sul dos Estados Unidos da América. Cuba e Nicarágua estão igualmente sob ameaça.

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