O LADO OCULTO - Jornal Digital de Informação Internacional | Director: José Goulão

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O ANO DAS COBAIAS HUMANAS

É fácil, e óbvio, designar 2020 como o ano do vírus, ou da Covid ou de qualquer outra coisa aparentada. Mas não será correcto. A verdadeira história do SARS-CoV-2 está toda por contar, desde as origens às confusas estatísticas, sejam as relacionadas com as causas de mortes sejam as resultantes de diagnósticos feitos com base em testes que não foram criados para fazer diagnósticos. Terá, portanto, de passar muito tempo até que se percebam todas as vertentes da pandemia de Covid-19 e respectivos efeitos sobre a formatação do mundo em que vivemos. E o mais certo é sermos confrontados com a inevitabilidade das consequências sem jamais nos ser dada a possibilidade de conhecer como na realidade tudo começou e se desenvolveu, desde a deslavada mentira do “vírus de Wuhan” – que já andava por outras partes do mundo antes de ser identificado na China – até à gigantesca campanha de terror global montada paralelamente à declaração de pandemia.

O PARAÍSO DOS MAGNATAS

Meio milhar de indivíduos celebram os tempos em que vivemos enquanto a democracia vai ficando suspensa com sintomas de irreversibilidade, as grandes massas, ansiosas, disputam o acesso a vacinas produzidas com métodos de manipulação genética jamais experimentados em seres humanos e as economias nacionais se afundam.

VIRAM POR AÍ A DEMOCRACIA?

Que há de comum entre a farsa globalizada das eleições norte-americanas e a banalização da imposição de situações que reduzem a pouco mais que resquícios os direitos cívicos dos cidadãos a pretexto, por exemplo, da saúde pública? Na verdade, tudo. São manifestações comuns de uma maneira cada vez mais excepcional de olhar a sociedade em todo o mundo gerido pela ortodoxia neoliberal, ditada pela crise em que continua a afundar-se a própria ortodoxia neoliberal.

OS INTRIGANTES DADOS DA OMS SOBRE A COVID-19

Segundo o Dr. Michael Ryan, do Conselho Executivo da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 10% da população mundial (780 milhões de pessoas) pode ter sido infectada com o SARS-CoV-2, o coronavírus da COVID-19 – valor muito elevado em relação ao número de casos oficialmente registados (35 milhões). Mediante um simples exercício matemático e tendo em conta que se registaram em todo o mundo cerca de 1,063 milhões de mortes por COVID-19, poderá concluir-se que a taxa de mortalidade do vírus seria de 0,14%, muito abaixo dos 3,4% estabelecidos provisoriamente em Março pela própria OMS. Estes factos estão em cima da mesa e fazem reflectir, pelo menos, no modo como a OMS tem conduzido a gestão da pandemia e respectivas consequências através do mundo em termos de confinamentos e outras restrições na vida dos cidadãos. Há muitas discrepâncias nos números e respectivas interpretações, sendo que as interpretações não sintonizadas com o pânico como doutrina oficial são muitas vezes ostensivamente silenciadas. Uma vez que a origem de todos estes dados é a OMS, O Lado Oculto coloca-os em comparação, de modo a enriquecer o debate e o conhecimento real dos factos disponíveis.

O CONCÍLIO DOS PREDADORES OU O VÍRUS COMO “JANELA DE OPORTUNIDADE”

Quando a elite dos predadores que conduziram o mundo ao estado desgraçado em que se encontra se propõem agora salvá-lo tirando proveito da “janela de oportunidade” que é a pandemia de COVID-19 podemos deduzir que há nuvens ainda mais negras no horizonte.

A VACINA DA COVID-19 E A PANDEMIA DE MENTIRAS

Cientistas russos e britânicos anunciaram quase simultaneamente, e de maneira separada, importantes avanços no sentido da disponibilização de uma vacina contra a COVID-19. Enquanto as descobertas da Universidade de Oxford parecem inserir-se nas expectativas milionárias dos grandes impérios farmacêuticos transnacionais, a parte russa anunciou, entretanto, que alguns milhões de vacinas serão distribuídas gratuitamente e que os dados científicos serão disponibilizados universalmente para que a descoberta possa ser utilizada como medicamento genérico. Talvez por isso, as habituais corporações mediáticas começaram já a atacar a Rússia por ter supostamente “pirateado” as descobertas de Oxford. Deixamos alguns elementos actualizados sobre a “guerra das vacinas” em nome do rigor histórico e para que cada um perceba o que está em desenvolvimento e com o que pode vir a contar.

PRÉ-HISTÓRIA DA COVID-19 NOS ESGOTOS DE BARCELONA

Cientistas da Universidade de Barcelona detectaram genomas do novo coronavírus SARS-CoV-2 nos esgotos da cidade no dia 12 de Março de 2019, isto é, nove meses e meio antes da declaração das autoridades chinesas da cidade de Wuhan e praticamente um ano antes de ter sido anunciado, em 25 de Fevereiro de 2020, o primeiro caso de COVID-19 “importado” na capital catalã. Mais uma demonstração de que a narrativa oficial do “vírus de Wuhan” pode ser cómoda para evitar uma investigação profunda das reais origens do fenómeno, conveniente do ponto de vista geopolítico, oportuna para as operações de propaganda em multiplicação mas está longe de caber nas realidades que vão sendo conhecidas.

AS MISTERIOSAS MORTES DE DOIS INVESTIGADORES DO COVID-19

A Academia não tem reputação de ser um cenário repleto de violência e mortes súbitas e inexplicáveis. Apesar disso, no auge da pandemia de COVID-19 dois jovens investigadores pioneiros no mesmo campo de estudo encontraram fins misteriosos.

CHINA LEVA A SÉRIO AS AMEAÇAS DE WASHINGTON

As autoridades da República Popular da China estão a levar a sério o comportamento agressivo dos Estados Unidos, incluindo na frente militar, e consideram que o risco de guerra directa atingiu o nível mais elevado desde os acontecimentos na Praça Tiananmen, Pequim, em 1990.

O QUE SABE A ESPIONAGEM DE WASHINGTON SOBRE O “VÍRUS DE WUHAN”?

Segundo uma notícia da televisão ABC News, reforçada posteriormente pelos serviços secretos israelitas, a espionagem militar dos Estados Unidos tinha conhecimento, em meados de Novembro de 2019, de um “acontecimento epidémico catastrófico” em Wuhan. O Pentágono continua, porém, a ser ambíguo quanto ao conteúdo ou mesmo à existência ou não de um documento sobre essa matéria. O episódio permite, porém, levantar importantes perguntas: se autoridades de Washington sabiam da “catástrofe” em meados de Novembro porque não se prepararam a tempo para ela e culpam a China de a ter “escondido”? Como sabe a espionagem norte-americana de factos que só vieram a ser conhecidos por médicos chineses de Wuhan mais de um mês depois, na segunda metade de Dezembro? Será que os Estados Unidos “adivinharam” o COVID-19 e os seus efeitos bastante antes de ele ter sido identificado?

VÍRUS EXPÕE OS FIASCOS DA UNIÃO EUROPEIA

Em 25 de Janeiro, poucas semanas antes de a Europa se transformar no epicentro da pandemia de COVID-19, a agência da União Europeia encarregada de alertar para o perigo de doenças infecciosas considerava que os Estados membros estavam em condições para atacar um surto logo que os casos fossem detectados. O desenvolvimento dos acontecimentos revela, mais uma vez, que a União Europeia é um fracasso absoluto em termos de protecção social e da saúde dos cidadãos dos Estados membros.

A PANDEMIA E O PANDEMÓNIO NO MUNDO CAPITALISTA

A crise mundial que tem por mote o novo coronavírus arrasta-se já há três meses, na sua fase conhecida, desde que o SARS-CoV-2 foi identificado em Wuhan. A doença a que aquele vírus dá origem, a COVID-19, já fez correr “rios de tinta” (ou, melhor dizendo, “de bites”, já que a informação, a análise e a crítica a respeito do tema são produzidas e difundidas em suportes virtuais, no mundo telemático que é, de momento, o único espaço seguro de circulação social (não é, na verdade, o único nem é, também, assim tão seguro como também se sabe).

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