O LADO OCULTO - Jornal Digital de Informação Internacional | Director: José Goulão

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TROPAS TURCAS DESAFIADAS POR ALIADOS NA SÍRIA

As tropas turcas presentes na província síria de Idlib estão a ser “desautorizadas” e desafiadas pelos grupos de “rebeldes moderados” que protegem, todos ligados à al-Qaida, empenhados em sabotar o acordo recentemente concluído em Moscovo entre os presidentes Erdogan e Putin.

ESTRATÉGIA RUSSA AMEAÇA PETRÓLEO NORTE-AMERICANO

As empresas petrolíferas norte-americanas estão lívidas de pânico ao inteirar-se de que a Rússia não fará cortes na sua produção. Há uma típica estratégia russa por detrás do anúncio de que Moscovo se negou a estabelecer um acordo para reduzir a produção de petróleo proposta pela Arábia Saudita na recente cimeira da OPEP+ em Viena.

GRUPO ASSOCIADO À TORTURA “PROTEGE” UNIÃO EUROPEIA

Guardas embuçados do grupo transnacional de segurança G4S podem ser vistos de novo desempenhando funções junto à entrada do Parlamento Europeu em Bruxelas cerca de dez anos depois de a empresa ter sido afastada devido ao seu longo historial de violações de direitos humanos, incluindo tortura. A G4S presta igualmente serviços à Comissão Europeia tanto na capital belga como em representações através do mundo.

ESTADOS UNIDOS OCUPAM ILHA IEMENITA

Tropas dos Estados Unidos ocuparam a ilha de Socotra, no Iémen, juntaram-se ao contingente militar dos Emirados Árabes Unidos ali presente e começaram a instalar sistemas de defesa anti-aérea. O movimento ocorre à revelia do Congresso norte-americano e do próprio “governo” iemenita que Washington reconhece, tutelado pela Arábia Saudita.

NOVA ENCENAÇÃO DE “ATENTADO” QUÍMICO

Membros do Exército Árabe Sírio encontraram materiais nas imediações da cidade de Saraqib, na província de Idleb, provando que grupos filiados na al-Qaida preparavam uma nova encenação de atentado químico.

TURQUIA E UE IGUAIS NO ÓDIO AOS REFUGIADOS

Turquia e União Europeia continuam a disputar um desumano jogo de ping-pong usando os refugiados provocados por guerras apoiadas tanto por Ancara como por Bruxelas. Outra vítima das circunstâncias é a Grécia, abandonada à sua sorte de ser obrigada a conjugar a austeridade, as punições financeiras internacionais e o facto de ser “armazém” de refugiados que o resto da União se recusa a acolher.

TPI INVESTIGA CRIMES DE GUERRA NO AFEGANISTÃO

A Câmara de Apelo do Tribunal Penal Internacional (TPI), com sede em Haia, autorizou a procuradora-chefe, Fatou Bensouda, a investigar os crimes de guerra cometidos no Afeganistão desde 2003.

MAIS UMA PURGA NA CASA REAL SAUDITA

O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman (MBS), está a proceder a uma nova e profunda purga na Casa Real prendendo vários príncipes sob a acusação de prepararem um golpe para o depôr.

CIMEIRA DE ESPIÕES ENTRE ISRAEL E QATAR

O primeiro-ministro israelita em funções enviou discretamente o chefe do Mossad para se encontrar com o seu homólogo do Qatar, em Doha.

CESSAR-FOGO EM IDLEB NÃO PROTEGE OS TERRORISTAS

Um cessar-fogo entrou em vigor na província síria de Idleb às 0 horas de 6 de Março na sequência de um encontro em Moscovo entre os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da Turquia, Recep-Tayyip Erdogan.

ACORDO DO AFEGANISTÃO É A DERROTA DA NATO

Consta dos anais diplomáticos dos finais dos anos sessenta do século passado que os Estados Unidos reconheceram a sua derrota militar no Vietname a partir do momento em que cederam perante as partes vietnamitas na discussão sobre o formato da mesa de conversações em Paris – que, na prática, reconheceu o Governo Revolucionário Provisório do Vietname do Sul. Cinquenta anos depois, a assinatura de um acordo com os Talibã em Doha, no Qatar, é a confissão da derrota norte-americana na sua mais longa guerra, a do Afeganistão. Uma derrota que não é apenas dos Estados Unidos mas também da NATO – logo dos próprios governos que integram a aliança.

QUEM ESCONDE O PAPEL DA NATO NA TRAGÉDIA DA LÍBIA?

Quem acompanha os acontecimentos na Líbia através dos media corporativos poderá ser levado a pensar que a guerra entre os governos de Benghazi e Tripoli, cada um deles apoiado pela sua parte de governos estrangeiros sedentos das reservas de petróleo do país, surgiu agora de uma banal luta pelo poder. Uma cuidada conspiração do silêncio gerida pela comunicação social dominante, escudada na memória tradicionalmente curta dos seus consumidores, faz com que assim seja. No entanto, o caos reinante e onde avultam muitos a rentáveis tráficos escabrosos, entre eles o de escravos, foi gerado por uma coligação militar da NATO com terroristas islâmicos das famílias al-Qaida e Estado Islâmico. Ao contrário do jornalismo/propaganda, a História cultiva a memória.

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