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PORTUGAL PARTICIPA NO CONFISCO DE BENS À VENEZUELA

Participação na extorsão, pelo Banco de Inglaterra, de 1359 milhões de dólares de ouro ao Estado venezuelano; confisco de 1543 milhões de euros pelo Novo Banco. Pelo menos três mil milhões de euros é o montante da delapidação de bens do povo venezuelano em que o governo de Portugal está envolvido, directa e indirectamente. Dinheiro que Caracas não pode usar para comprar medicamentos e outros bens de primeira necessidade e que é parte de uma guerra sem tropas, mas letal, conduzida pelos Estados Unidos. Os portugueses têm o direito de conhecer a realidade desta cumplicidade, mas o governo ainda tenta disfarçar, com o silêncio, que está ao lado da administração fascista norte-americana nesta atrocidade contra a democracia, os direitos humanos e a soberania dos povos

VENEZUELA: FORÇAS ARMADAS REJEITARAM GOLPE

Nova intentona, nova derrota da oposição fascista venezuelana sustentada por Washington. Os militares rejeitaram uma operação que tentava envolvê-los e deixaram Juan Guaidó e o foragido Leopoldo López isolados às portas de uma base militar. Milhares de pessoas celebram a derrota golpista junto ao palácio presidencial de Caracas. Em Washington, Pompeo insiste: "todas as hipóteses estão em cima da mesa". Guaidó abandonou a concentração golpista a meio da tarde; Lopez acoitou-se entretanto na Embaixada do Chile em Caracas.

CONSELHO DE SEGURANÇA DESAUTORIZA GOLPISTAS

As intenções golpistas dos Estados Unidos e aliados em relação à Venezuela não encontraram eco no Conselho de Segurança da ONU, praticamente dividido ao meio sobre o assunto. Além de não caber no âmbito da ONU pronunciar-se sobre questões internas de uma nação soberana, sete dos 15 membros do Conselho de Segurança, entre os quais China e Rússia, não deram andamento aos pretextos de Washington e alguns aliados europeus, o que evitou a repetição das decisões que geraram o caos na Líbia e no Iraque. A reunião de Nova York foi também muito elucidativa quanto aos papéis nefastos de António Guterres e Federica Mogherini.

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