O LADO OCULTO - Jornal Digital de Informação Internacional | Director: José Goulão

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SÍRIA: A OFENSIVA DE IDLEB, AS ENCENAÇÕES E O RESTO

A guerra contra a Síria regressa às primeiras páginas. Na iminência de perderem Idleb, o bastião mais importante que ainda têm em seu poder, os batalhões terroristas - "moderados" ou não - e a coligação de potências ocidentais que os sustenta criam um clima de terror e mistificação em que abundam as palavras "massacre" e catástrofe humanitária, sem esquecer o alarme contra um possível novo ataque com "armas químicas". Para isso, os "Capacetes Brancos" estão no terreno com as suas equipas de encenação, à espera do momento indicado pelos serviços secretos britânicos. Tudo para que a agressão continue, apesar das vitórias do exército sírio e seus aliados.

O SECRETÁRIO-GERAL DA TRISTE FIGURA

O secretário geral adjunto da ONU ordena secretamente que a organização não participe na reconstrução da Síria; o secretário-geral manda dizer que a directiva não existe. E, no entanto, foi emitida e produz efeitos. Guterres no seu pior.

“ACORDO DO SÉCULO” OU CRIME DO SÉCULO?

Acordo do século? Não: crime do século que pretende eternizar uma limpeza étnica. Conheça pormenores deste exemplo de desprezo pelos direitos humanos e a ONU.

PENTÁGONO COM ORÇAMENTO MONSTRUOSO

O Orçamento do Pentágono para 2019 cresce 11,5% em relação ao de 2018, para 716 mil milhões de dólares, triplicando as despesas militares conjuntas da Rússia e da China. Baptizada com o nome de John McCain, um dos padrinhos do apoio ao terrorismo, a lei do orçamento militar dos Estados Unidos tem, por outro lado, traços da guerra civil que se trava no interior do globalismo capitalista.

EXÉRCITO DE ISRAEL ABERTO A MERCENÁRIOS

Israel é um Estado de singularidades: não registou fronteiras, instaurou o apartheid, viola a lei internacional e tem ao seu serviço um exército onde podem alistar-se pessoas de qualquer nacionalidade invocando ter um progenitor ou um avô judeu.

PARAÍSO DA HEROÍNA FLORESCE SOB A TUTELA DA NATO

A operação Liberdade Duradoura lançada em 2001 pela NATO no Afeganistão, sob o comando dos Estados Unidos, permitiu multiplicar por 4000 a produção de ópio neste país, origem da maioria esmagadora da heroína e outras drogas perigosas que circulam pelo mundo. Um boom que gera lucros superiores a um bilião de dólares por ano e terá provocado a morte de mais de um milhão de pessoas em 15 anos, segundo fontes concordantes de várias organizações internacionais. Um cenário que funciona sob a tutela da Aliança Atlântica, enquanto os Estados Unidos afirmam que investiram 8500 milhões de dólares na luta contra a droga no Afeganistão.

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