O Lado Oculto é uma publicação livre e independente. As opiniões manifestadas pelos colaboradores não vinculam os membros do Colectivo Redactorial, entidade que define a linha informativa.

A UNIÃO EUROPEIA COMO CÂMARA DE ECO DE TRUMP

Há um fascínio por Trump na União Europeia. Parlamento e Comissão Europeia emitiram avisos contra a Rússia e a China que reproduzem tudo quanto Washington diz sobre as "ameaças" desses países.

O MUNDO ACTUAL VISTO PELA CHINA

A China Popular pronuncia-se pela solução política e diplomática dos conflitos, mas sublinha que não aceitará ingerências e agressões contra os seus direitos legítimos.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E CONTROLO SOCIAL

Em absoluto, a inteligência artificial é uma técnica admirável, um mundo novo susceptível de abrir perspectivas até agora inexploradas pela Humanidade. Em termos práticos, como actividade cujo desenvolvimento está estreitamente ligado aos sectores económico-financeiros dominantes, é um terreno assustador quando nos apercebemos que investimentos esmagadores são destinados à sua aplicação ao controlo psicossocial e à indústria da morte. Um tema para o qual deixamos factos e pistas de reflexão.

WASHINGTON PERSEGUE OS PORTOS CHINESES

A China tem vindo a arrendar e modernizar portos no âmbito da estratégia "Cintura e Rota" para assegurar rotas económicas. Os Estados Unidos, sem provas, alegam tratar-se de bases navais

BASES PLANETÁRIAS DOS EUA: O IMPÉRIO DO TERROR

São cerca de 800 em mais de metade dos países do mundo; algumas não saem do secretismo da clandestinidade permitida por governos corruptos ou corrompidos. É a geografia do terror através da qual o império norte-americano pretende demonstrar a sua força impondo o medo e a subjugação. Nessas bases não vigoram o direito internacional ou a lei, a não ser a da força e do poder arbitrário. Ou da arrogância imperial imposta a um Estado que permanece soberano, como em Guantánamo, em Cuba. As bases militares norte-americanas pretendem afirmar um domínio que tem como reverso o desespero de um globalismo decadente. Por isso, tendencialmente sem limites nem razão humana.

TUDO SOBRE A PRESENÇA NORTE-AMERICANA EM ÁFRICA

São 34 as bases militares norte-americanas em África, concentradas principalmente no Centro e Oeste do continente e no Corno de África. Ocupação que se pretende "discreta" mas "eficaz".

POLÓNIA OFERECE MILHÕES PARA TER UM “FORTE TRUMP”

O presidente da Polónia ofereceu dois mil milhões de dólares a Trump para construir uma base militar norte-americana no país, chamada, "por brincadeira", Forte Trump.

A MOEDA DO IMPÉRIO

Circulam centenas de moedas no mundo, mas o dólar e o euro têm um duopólio sobre transacções financeiras e comerciais. E Portugal é vítima da situação por estar submetido à moeda alemã.

WASHINGTON SAI DO INF: NOVO PASSO PARA A GUERRA NUCLEAR

A saída dos Estados Unidos do acordo sobre armas nucleares de médio alcance (INF) não é o mero abandono de um tratado internacional. Trata-se de um novo passo norte-americano para a admissibilidade da guerra nuclear, sendo de prever igualmente a saída do tratado de mísseis estratégicos (START). A razão imediata, não assumida pelo Pentágono, é criar um cerco nuclear à China. Os planos, porém, são mais vastos, à medida do desespero e do aventureirismo de um imperialismo falido. Para isso se fabricam bombas nucleares de potências menores, para serem mesmo utilizadas. O perigo para a vida na Terra é real.

TELEFONEMA DE WASHINGTON FEZ AVANÇAR GUAIDÓ

O vice-presidente norte-americano, Michael Pence, telefonou a Juan Guaidó e disse-lhe para se intitular "presidente da Venezuela". Para "restaurar a democracia"...

AS ARMAS DO FUTURO E A DEFESA NACIONAL

O desenvolvimento tecnológico, a instabilidade global e agressividade neoliberal estão por detrás de novas gerações de armas incluindo robots assassinos agido por conta de um algoritmo

CONSELHO DE SEGURANÇA DESAUTORIZA GOLPISTAS

As intenções golpistas dos Estados Unidos e aliados em relação à Venezuela não encontraram eco no Conselho de Segurança da ONU, praticamente dividido ao meio sobre o assunto. Além de não caber no âmbito da ONU pronunciar-se sobre questões internas de uma nação soberana, sete dos 15 membros do Conselho de Segurança, entre os quais China e Rússia, não deram andamento aos pretextos de Washington e alguns aliados europeus, o que evitou a repetição das decisões que geraram o caos na Líbia e no Iraque. A reunião de Nova York foi também muito elucidativa quanto aos papéis nefastos de António Guterres e Federica Mogherini.

Mais notícias...

Iniciar sessão

Recuperar password

goto top